Bebês mais interessados por rostos. O que isso significa?

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Cientistas da Universidade de Manchester e da Universidade de Liverpool analisaram o comportamento de 213 crianças com pouco mais de um mês de vida e descobriram que elas apresentavam uma preferência ao rosto de uma pessoa, ao invés de objetos.

Cientistas da Universidade de Manchester e da Universidade de Liverpool analisaram o comportamento de 213 crianças com pouco mais de um mês de vida e descobriram que elas apresentavam uma preferência ao rosto de uma pessoa, ao invés de objetos. Esse fato está associado a níveis menores de insensibilidade na primeira infância.

Este estudo foi o pioneiro no exame da relação entre traços sem emoções e a reduzida atenção às características sociais. Como essa associação acontece em crianças mais velhas e em adultos, a pesquisa foi feita para avaliar se essa relação está presente também, nas primeiras semanas de vida.

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Reconhecer rostos na infância relacionou-se à menor ocorrência de comportamentos insensíveis no futuro.

O objetivo principal desse estudo é avaliar a interação de fatores sociais e biológicos no desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças e associar a preferência a rostos com o comportamento insensível até metade da infância.

Esse trabalho será importante para saber o momento de intervir no desenvolvimento da criança, além de avaliar como a vida dela será afetada por esses fatores sociais e biológicos.

Fonte: bit.ly/1t76U6j   Imagem: goo.gl/Hy0l0x
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Leonardo Faria
Neurocirurgião que atua na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Membro-sócio titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia. Idealizador e CEO do site Meu Cérebro.
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